sábado, 4 de junho de 2011

Aprendendo com os Erros

Quantas e quantas vezes erramos enquanto crescemos. Durante nossa infância os pais falam: “isto está certo” ou “não faça isto porque é errado”. Ao chegar à adolescência, tornamo-nos “rebeldes sem causa”, filhos de pais “caretas” e estabelecemos nossos valores e princípios junto com a “galera”.
Nossa infância e nossa adolescência representam a “idade do erro”, aquela fase da vida onde errar é preciso para que, ao nos tornarmos adultos, estes mesmos erros não sejam novamente cometidos. A curiosidade, o gosto pelo desconhecido, a aventura por coisas novas tornam-se, nesta fase da vida, um manancial de escolhas erradas que, ao mesmo tempo, representam uma fonte inesgotável de aprendizado.
E isto está errado?
Não, claro que não. Quando Deus criou os animais, dotou-os de instintos que lhe garantiriam sua sobrevivência. Mas ao homem foi-lhe dado algo mais que instintos: a capacidade de pensar, aprender e fazer escolhas. Certas ou erradas, nossas escolhas sempre nos ensinam algo, inclusive a errar.
Errar é fundamental para se adquirir “experiência de vida”; isto é parte do nosso crescimento como seres humanos. E é esta “experiência de vida” e este “crescimento” que tentaremos passar aos nossos filhos e outros jovens como um caminho, uma opção do que poderá ser melhor para eles. Mas sempre tendo em mente que a decisão final caberá a eles. Como pais e educadores, só poderemos torcer para que escolham o melhor.

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