quinta-feira, 31 de março de 2011

Nosso Evangelho Diário


Evangelho: Mateus (Mt 26, 14-25)
O sublime e infinito amor de Deus

Naquele tempo, 14um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes 15e disse: "O que me dareis se vos entregar Jesus?" Combinaram, então, trinta moedas de prata. 16E daí em diante, Judas procurava uma oportunidade para entregar Jesus.

17No primeiro dia da festa dos ázimos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: "Onde queres que façamos os preparativos para comer a páscoa?" 18Jesus respondeu: "Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe: 'O mestre manda dizer: o meu tempo está próximo, vou celebrar a páscoa em tua casa, junto com meus discípulos"'. 19Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a páscoa.

20Ao cair da tarde, Jesus pôs-se à mesa com os doze discípulos. 21Enquanto comiam, Jesus disse: "Em verdade eu vos digo, um de vós vai me trair". 22Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a lhe perguntar: "Senhor, será que sou eu?" 23Jesus respondeu: "Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no prato. 24O Filho do Homem vai morrer, conforme diz a Escritura a respeito dele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!" 25Então Judas, o traidor, perguntou: "Mestre, serei eu?" Jesus lhe respondeu: "Tu o dizes". Palavra da Salvação!

Comentário do Evangelho
Um de vós me trairá

A dureza do coração de Judas impediu-o de reconhecer quem, de fato, era o Messias Jesus. Sua decepção deveu-se ao fato de o Mestre não corresponder às suas expectativas messiânicas. Sem dúvida, Judas imaginava-o como um Messias glorioso, cheio de poder, líder de uma revolta contra os romanos, objeto da admiração popular. Evidentemente, os discípulos haveriam de tirar partido da situação, se as coisas fossem assim.

O projeto de Judas não encontrou guarida no coração de Jesus. O Mestre não buscava a própria glória, mas a fidelidade à vontade do Pai. Seu poder era usado para servir e libertar, e não para oprimir e dominar. Não estava tanto preocupado com os romanos, quanto com seus próprios compatriotas, que tinham transformado a religião em instrumento de opressão. Jesus tornara-se objeto da admiração popular, mas também vítima da perseguição sistemática por parte de seus adversários.

Nada do que Judas imaginava, acontecia com o Mestre. Daí a sua decepção. Sua decisão de traí-lo resultou de uma paixão precipitada. Não foi capaz de abrir mão de seu preconceito com relação a Jesus. Por isso, não vendo realizar-se o que imaginava, Judas optou por vender o seu Mestre.

A atitude do discípulo traidor repete-se cada vez que os seguidores de Jesus caem na tentação de medi-lo com os parâmetros que têm na cabeça. É o erro fatal de quem o desconhece.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Acreditar nas Pessoas

Há  muitos que decidem ser sozinhos. Vivem, sonham, buscam e seguem sozinhos.
Eu quis diferente, eu quis encontrar no outro o que faltava em mim. No início tive medo, mas arrisquei, aprendi que era preciso acreditar... Acreditar que o amanhã pode ser melhor, que os sonhos não morrem, apenas adormecem... Acreditar na vida, nos amores impossíveis... Acreditar nas pessoas, porque todos nascemos bons e bondade é um sentimento adquirido e se não preservado se afoga no escuro mar da ilusão.
É! Acreditar é a palavra chave, a base de toda a nossa existência firmada a sentimentos que só se solidificam quando escolhemos trilhar nossos passos ao lado das pessoas que nos querem bem... Eu acredito nessas pessoas e no valor de cada uma delas... E sabe por quê?

O ACREDITAR NUNCA MORRE!!!

segunda-feira, 28 de março de 2011

O Evangelho do dia


Ano A - Dia: 28/03/2011


Jesus é rejeitado em Nazaré
Lc 4,24-30

"Em verdade, vos digo que nenhum profeta é aceito na sua própria terra. Ora, a verdade é esta que vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e uma grande fome atingiu toda a região, havia muitas viúvas em Israel. No entanto, a nenhuma delas foi enviado o profeta Elias, senão a uma viúva em Sarepta, na Sidônia. E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel, mas nenhum deles foi curado, senão Naamã, o sírio". Ao ouvirem estas palavras, na sinagoga, todos ficaram furiosos. Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no para o alto do morro sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de empurrá-lo para o precipício. Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.

Meditação(Caminho) 
- O que a Palavra diz para mim?
A rejeição pelos conterrâneos, que deveriam acolhê-lo por primeiro, fez com que Jesus se dirigisse a outras pessoas que queriam ouvi-lo e viver sua proposta. Uma pergunta que você pode se fazer: Estou entre os conterrâneos de Jesus ou entre os "outras pessoas"?
Faça uns momentos de silêncio e veja como você acolhe a Palavra. Recordamos o que disseram os bispos, na Conferência de Aparecida: "O chamado de Jesus no Espírito e o anúncio da Igreja apelam sempre à nossa acolhida, confiados pela fé. "Aquele que crê em mim tem a vida eterna". O batismo não só purifica dos pecados. Faz renascer o batizado, conferindo-lhe vida nova em Cristo, que o incorpora à comunidade dos discípulos e missionários de Cristo, à Igreja, e o faz filho de Deus, permite reconhecer a Cristo como Primogênito e Cabeça de toda a humanidade. Sermos humanos implica vivermos fraternalmente e sempre atentos às necessidades dos mais fracos." (DAp 349).

*Que nesta quaresma nos convertamos
E vejamos que a criação geme em dores de parto,
Para que possa renascer segundo o vosso plano de amor,
Por meio da nossa mudança de mentalidade e de atitudes.

domingo, 27 de março de 2011

O Evangelho do Dia

Evangelho: João (Jo 4, 5-42 ou 5-15.19-26.39-42))
Uma fonte de água que jorra para a vida eterna

Naquele tempo, 5chegou Jesus a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, perto do terreno que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6Era aí que ficava o poço de Jacó. Cansado da viagem, Jesus sentou-se junto ao poço. Era por volta do meio-dia.

7Chegou uma mulher da Samaria para tirar água. Jesus lhe disse: "Dá-me de beber". 8Os discípulos tinham ido à cidade para comprar alimentos. 9A mulher samaritana disse então a Jesus: "Como é que tu, sendo judeu, pedes de beber a mim, que sou uma mulher samaritana?" De fato, os judeus não se dão com os samaritanos. 10Respondeu-lhe Jesus: "Se tu conhecesses o dom de Deus e quem é que te pede: 'Dá-me de beber', tu mesma lhe pedirias a ele, e ele te daria água viva". 11A mulher disse a Jesus: "Senhor; nem sequer tens balde e o poço é fundo. De onde vais tirar a água viva? 12Por acaso, és maior que nosso pai Jacó, que nos deu o poço e que dele bebeu, como também seus filhos e seus animais?" 13Respondeu Jesus: "Todo aquele que bebe desta água terá sede de novo. 14Mas quem beber da água que eu lhe darei, esse nunca mais terá sede. E a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que jorra para a vida eterna". 15A mulher disse a Jesus: "Senhor; dá-me dessa água, para que eu não tenha mais sede e nem tenha de vir aqui para tirá-la". 16Disse-lhe Jesus: "Vai chamar teu marido e volta aqui". 17A mulher respondeu: "Eu não tenho marido". Jesus disse: "Disseste bem, que não tens marido, 18pois tiveste cinco maridos, e o que tens agora não é o teu marido. Nisso falaste a verdade". 19A mulher disse a Jesus: "Senhor; vejo que és um profeta! 20Os nossos pais adoraram neste monte, mas vós dizeis que em Jerusalém é que se deve adorar". 21Disse-lhe Jesus: "Acredita-me, mulher; está chegando a hora em que nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. 22Vós adorais o que não conheceis. Nós adoramos o que conhecemos, pois a salvação vem dos judeus. 23Mas está chegando a hora, e é agora, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade. De fato, estes são os adoradores que o Pai e procura. 24Deus espírito aqueles que o adoram devem adorá-lo em espírito e verdade". 25A mulher disse a Jesus: "Sei que o messias (que se chama Cristo) vai chegar. Quando ele vier; vai nos fazer conhecer todas as coisas". 26Disse-lhe Jesus: "Sou eu, que estou falando contigo".

27Nesse momento, chegaram os discípulos e ficaram admirados de ver Jesus falando com a mulher. Mas ninguém perguntou: "Que desejas?" ou: "Por que falas com ela?" 28Então a mulher deixou o seu cântaro e foi à cidade, dizendo ao povo: 29"vinde ver um homem que me disse tudo o que eu fiz. Será que ele não é o Cristo?" 30O povo saiu da cidade e foi ao encontro de Jesus. 31Enquanto isso, os discípulos insistiam com Jesus, dizendo: "Mestre, come". 32Jesus, porém, disse-lhes: "Eu tenho um alimento para comer que vós não conheceis". 33Os discípulos comentavam entre si: "Será que alguém trouxe alguma coisa para ele comer?" 34Disse-lhes Jesus: "O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra. 35Não dizeis vós: 'Ainda quatro meses, e aí vem a colheita!' Pois eu vos digo: Levantai os olhos e vede os campos: eles estão dourados para a colheita! 36O ceifeiro já está recebendo o salário, e recolhe fruto para a vida eterna. Assim, o que semeia se alegra junto com o que colhe. 37Pois é verdade o provérbio que diz: 'Um é o que semeia e outro o que colhe'. 38Eu vos enviei para colher aquilo que não trabalhastes. Outros trabalharam e vós entrastes no trabalho deles".

39Muitos samaritanos daquela cidade abraçaram a fé em Jesus, por causa da palavra da mulher que testemunhava: "Ele me disse tudo o que eu fiz". 40Por isso, os samaritanos vieram ao encontro de Jesus e pediram que permanecesse com eles. Jesus permaneceu aí dois dias. 41E muitos outros creram por causa da sua palavra. 42E disseram à mulher: "Já não cremos por causa das tuas palavras, pois nós  mesmos ouvimos e sabemos, que este é verdadeiramente o salvador do mundo". Palavra da Salvação!

sábado, 26 de março de 2011

Somos todos Capazes

As vezes nos deparamos com situações que muitas pessoas insistem em nos dizer que jamais conseguiremos atingir objetivos. Muitas vezes quando Deus nos entrega missões que nas mãos de muitas pessoas não iriam deslanchar, porque  ele sabe da perseverança de cada um  e sua vontade de atingir esses objetivos “impossíveis”.
Hoje logo após realizarmos uma reunião com os coordenadores da infância e juventude missionária, percebi que Deus só entrega missões nas mãos de quem ele sabe que pode realiza-las. Mesmo que pensemos que não iremos conseguir porque não somos capazes, só a Deus cabe medir nosso grau de capacidade.
Nada acontece por acaso, e sempre temos que  estar sempre preparados para os desafios que Deus nos impõe. Lembremos que Deus nunca nos dá um fardo maior do que não possamos carregar! Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota.

terça-feira, 22 de março de 2011

O Evangelho do dia



Evangelho: João (Jo 8, 21-30)
Quando tiverdes elevado o filho do homem, então sabereis que eu sou

Naquele tempo disse Jesus aos fariseus: 21"Eu parto e vós me procurareis, mas morrereis no vosso pecado. Para onde eu vou, vós não podeis ir". 22Os judeus comentavam: "Por acaso, vai-se matar? Pois ele diz: 'Para onde eu vou, vós não podeis ir'?" 23Jesus continuou: "Vós sois daqui debaixo, eu sou do alto. Vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo. 24Disse-vos que morrereis nos vossos pecados, porque, se não acreditais que eu sou, morrereis nos vossos pecados". 25Perguntaram-lhe pois: "Quem és tu, então?" Jesus respondeu: "O que vos digo, desde o começo. 26Tenho muitas coisas a dizer a vosso respeito, e a julgar, também. Mas aquele que me enviou é fidedigno, e o que ouvi da parte dele é o que falo para o mundo". 27Eles não compreenderam que lhes estava falando do Pai. 28Por isso, Jesus continuou: "Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então sabereis que eu sou, e que nada faço por mim mesmo, mas apenas falo aquilo que o Pai me ensinou. 29Aquele que me enviou está comigo. Ele não me deixou sozinho, porque sempre faço o que é de seu agrado". 30Enquanto Jesus assim falava, muitos acreditaram nele.

Comentando o Evangelho
Jesus revela sua identidade

Os diálogos entre Jesus e seus adversários eram pontilhados de mal-entendidos. As palavras do Mestre eram tomadas numa conotação indevida, acabando por alterar-lhes o sentido. Quando Jesus evocava sua próxima volta para o Pai, eles pensavam em suicídio. O Mestre afirmava que era do Alto e não deste mundo. Seus adversários, no entanto, não percebiam do que se tratava. Sua mente obtusa não lhes permitia captar o sentido de qualquer afirmação de Jesus.

Ao falar de si mesmo, como "Eu Sou", Jesus retomava o nome divino revelado a Moisés na teofania da sarça ardente. "Eu sou", dito de Jesus, portanto, colocava-o no mesmo nível da divindade, afirmando sua unidade profunda com Deus tanto no ser quanto no agir.

Os adversários do Mestre eram incapazes de dar este salto de qualidade. Seu horizonte teológico era insuficiente para isto. A conjugação do "Eu Sou" vétero-testamentário com a pessoa de Jesus de Nazaré supunha uma abertura de mente impossível de ser encontrada no âmbito do farisaísmo. O monoteísmo monolítico de sua fé não lhes permitia aceitar a pessoa do Messias, sem causar rupturas. Este, porém, ao revelar sua unidade com o Pai, não tinha nenhuma intenção de negar a fé monoteísta de seu povo. Simplesmente, ele sabia que Javé não era um Deus solitário. Junto com ele, estava seu Filho querido.(Evangelho nosso de cada dia, Pe. Jaldemir Vitório)

segunda-feira, 21 de março de 2011

O Evangelho do dia - 21 de Março Feliz aniversário cidade de "Roseira"

Evangelho: João (Jo 8, 1-11)
Eu também não te condeno

Naquele tempo, 1Jesus foi para o monte das Oliveiras. 2De madrugada, voltou de novo ao templo. Todo o povo se reuniu em volta dele. Sentando-se, começou a ensiná-los.

3Entretanto, os mestres da lei e os fariseus trouxeram uma mulher surpreendida em adultério. Colocando-a no meio deles, 4disseram a Jesus: "Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério. 5Moisés na Lei mandou apedrejar tais mulheres. Que dizes tu?" 6Perguntavam isso para experimentar Jesus e para terem motivo de o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, começou a escrever com o dedo no chão. 7Como persistissem em interrogá-lo, Jesus ergueu-se e disse: "Quem dentre vós não tiver pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra." 8E tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão. 9E eles, ouvindo o que Jesus falou, foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos; e Jesus ficou sozinho, com a mulher que estava lá, no meio do povo.

10Então Jesus se levantou e disse: "Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?" 11Ela respondeu: "Ninguém, Senhor". Então Jesus lhe disse: "Eu também não te condeno. Podes ir, e de agora em diante não peques mais". Palavra da Salvação!


Comentário do Evangelho
Ajustar-se à vontade de Deus é praticar a misericórdia
Os fariseus querem uma prova concreta para incriminar e prender Jesus. Este retorna ao templo para ensinar a multidão presente naquele lugar. Enquanto ensinava, os fariseus trouxeram-lhe uma mulher surpreendida em adultério e, recorrendo à Lei de Moisés, inquiriram-lhe sobre que sentença daria (v. 6). Naquele tempo, o adultério não era considerado somente a relação sexual. Aquela mulher poderia apenas ter se insinuado para um homem e isso já a identificava como adúltera. Nesse contexto, uma pessoa pode adulterar sozinha (cf. Mt 5,27; Jesus aplica essa lei também para o homem).

Os fariseus põem Jesus à prova, pois, de um lado, não poderia ficar contra a Lei, o que seria um pretexto para acusá-lo de blasfêmia, e, de outro, era de conhecimento público sua misericórdia para com os pecadores.

Jesus, de imediato, não responde, parece ignorá-los. Sabe que a preocupação de seus interlocutores, nesse momento, não é saber a vontade de Deus para ajustar-se a ela, mas apenas ter algo concreto para incriminá-lo. Quando insistem, Jesus responde de forma inesperada, modificando o enfoque da questão e os envolvendo no assunto: “Quem dentre vós não tiver pecado atire a primeira pedra”. Nessa reviravolta, Jesus não recusa o juízo de Deus, mas deseja que os fariseus o apliquem primeiramente a si mesmos. E, como o conceito de adultério era muito mais amplo naquela época que nos dias atuais, então os interlocutores já não têm como continuar com a acusação sobre a mulher, visto que também são culpados, ainda que não tenham sido surpreendidos anteriormente.

Não tendo como continuar, cada um vai embora, começando pelos mais velhos – os mais prudentes. Assim, Jesus fica a sós com a mulher e lhe dirige a palavra, perguntando se alguém a condenou. Diante da resposta dela, ele afirma que também não a condena. A mulher é despedida de forma imperativa por Jesus, que lhe ordena que não peque mais.

Jesus se revela, nesse episódio, como o enviado do alto que mostra o rosto misericordioso de Deus, mas também o seu juízo. A justiça do ser humano é, principalmente, condenatória, diferente do juízo de Deus. A justiça de Deus é feita de perdão e de orientação para a mudança de vida. Na atitude de Jesus para com a mulher pecadora, não se revela apenas a sua identidade messiânica e profética, posta em xeque pelos fariseus, mas manifesta-se, sobretudo, a fé da mulher que confiou no seu juízo e por isso saiu justificada. Também se revela a incredulidade dos que se recusam a enxergar o testemunho de Jesus, o enviado do Pai.

domingo, 20 de março de 2011

O Evangelho do dia




Ano A - Dia: 20/03/2011



Jesus se transfigura

Mt 17,1-9

Seis dias depois, Jesus levou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e os fez subir a um lugar retirado, numa alta montanha. E foi transfigurado diante deles: seu rosto brilhou como o sol e suas roupas ficaram brancas como a luz. Nisto apareceram-lhes Moisés e Elias, conversando com Jesus. Pedro, então, tomou a palavra e lhe disse: "Senhor, é bom ficarmos aqui. Se queres, vou fazer aqui três tendas: uma para ti, uma para Moisés e outra para Elias". Ainda estava falando, quando uma nuvem luminosa os cobriu com sua sombra. E, da nuvem, uma voz dizia: "Este é o meu filho amado, nele está meu pleno agrado: escutai-o!" Ouvindo isto, os discípulos caíram com o rosto em terra e ficaram muito assustados. Jesus se aproximou, tocou neles e disse: "Levantai-vos, não tenhais medo". Os discípulos ergueram os olhos e não viram mais ninguém, a não ser Jesus. Ao descerem da montanha, Jesus recomendou-lhes: "Não faleis a ninguém desta visão, até que o Filho do Homem tenha ressuscitado dos mortos". 

Leitura Orante
Este momento é muito especial no meu dia. Aqui na rede da internet,
faço silêncio no meu coração e peço luz ao Espírito.
Rezo com o Bem-aventurado Alberione:
Mestre,
Tu que iluminas todo homem e és a própria verdade:
Eu não quero raciocinar senão como Tu ensinas,
nem julgar senão conforme os teus julgamentos,
verdade substancial, dada a mim pelo Pai:
"Vive na minha
mente, ó Jesus Verdade".
1.Leitura (Verdade)
- O que a Palavra diz?
Leio atentamente,na Bíblia, a narrativa da Transfiguração em Mt 17,1-9.
Observo neste trecho do Evangelho alguns símbolos:
. "Numa alta montanha" - a montanha indica o lugar de encontro com Deus
. "Roupas brancas como a luz", ("luz") ¬. Quanto mais luz coloco num ambiente escuro, mais claro ele se tornará. Quanto mais Palavra de Deus tiver em mim, mais a luz de Deus brilhará em minha vida.
. "Três tendas"- lugares de repouso e de oração.
. "Nuvem luminosa e sombra" simbolizam a presença de Deus.
Jesus se revela como verdadeiro Filho de Deus, Mestre a quem devemos escutar e seguir em seu caminho de cruz e ressurreição.
2. Meditação (Caminho)
- O que a Palavra diz para mim?
Preciso me aproximar mais e escutar a Palavra, condição para aprender do Mestre e ser seu/sua discípulo/a. Disseram os bispos, em Aparecida: "O amadurecimento no seguimento de Cristo e a paixão por anunciá-lo requerem que a Igreja local se renove constantemente em sua vida e ardor missionário. Só assim pode ser, para todos os batizados, casa e escola de comunhão, de participação e solidariedade. Em sua realidade social concreta, o discípulo tem a experiência do encontro com Jesus Cristo vivo, amadurece sua vocação cristã, descobre a riqueza e a graça de ser missionário e anuncia a palavra com alegria." (DAp 167).
3. Oração (Vida)
- O que a Palavra me leva a dizer a Deus?
Oração da Campanha da Fraternidade 2011
Senhor Deus, nosso Pai e Criador.
A beleza do universo revela a vossa grandeza,
A sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas,
E o eterno amor que tender por todos nós.
Pecadores que somos, não respeitamos a vossa obra,
E o que era para ser garantia da vida está se tornando ameaça.
A beleza está sendo mudada em devastação,
E a morte mostra a sua presença no nosso planeta.
Que nesta quaresma nos convertamos
E vejamos que a criação geme em dores de parto,
Para que possa renascer segundo o vosso plano de amor,
Por meio da nossa mudança de mentalidade e de atitudes.
E, assim, como Maria, que meditava a vossa Palavra e a fazia vida,
Também nós, movidos pelos princípios do Evangelho,
Possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, nosso Senhor,
O ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo.
Amém.
4.Contemplação (Vida)
- Qual o meu novo olhar a partir da Palavra?
Levo comigo a luz de Jesus transfigurado. Quanto mais luz levar em meus olhos, minhas mãos, minhas palavras, mais iluminado estará o mundo em que vivo.
Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
-Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém. 

sábado, 19 de março de 2011

1º Formação Missionária 2011 Paróquia Sant'Ana


Hoje dia 19 de Março, na Igreja de Nossa Senhora em Roseira, realizou-se o encontro para a formação de coordenadores para as pontifícias obras missionária como  a Infância Missionária e a Juventude Missionária, preparados pelo Douglas, Adriana, Robson e Daianne além da ajuda de alguns amigos.
No dia de hoje ainda, após o término do encontro cada coordenador de grupo já recebeu a cor designada ao grupo e em breve teremos uma conjuntura massificada de participação de nossas crianças e jovens roseirenses na nossa comunidade paroquial.
Para que possamos entender melhor, as pontifícias obras missionárias: as Pontifícias Obras Missionárias (POM) têm o objetivo geral de: 

- despertar e aprofundar a consciência missionária do Povo de Deus;
conscientizar os cristãos sobre a vida e necessidades da Missão universal;
estimular as Igrejas a rezarem umas pelas outras e serem solidárias na evangelização do mundo.
O Concílio Vaticano II deu a elas um lugar central na cooperação missionária, "uma vez que são meios quer para dar aos católicos um sentido verdadeiramente universal e missionário logo desde a infância, quer para promover coletas eficazes de subsídios para o bem de todas Missões segundo as necessidades de cada uma" (AG 38).
As POM constituem, em cada país, a instituição principal e específica para a educação a um espírito universal e missionário, e para a comunhão e colaboração entre as Igrejas, a serviço do anúncio do Evangelho, em quatro ramos específicos: Pontifícia Obra da Propagação da Fé; Pontifícia Obra da Infância Missionária;Pontifícia Obra de São Pedro Apóstolo e Pontifícia União Missionária.
As três primeiras obras nasceram na França e, para se tornarem universais, foram declaradas Pontifícias (isto é, do Papa e, por isso mesmo, de toda a Igreja), em 3 de maio de 1922, pelo Papa Pio XI.Elas convidam o Povo de Deus a expressar seu testemunho missionário por meio de cooperação espiritual, engajamento pessoal e ofertas materiais para a evangelização, criando fundos de solidariedade para sustentar programas de evangelização em todo o mundo.
A quarta obra nasceu na Itália, e foi declarada Pontifícia em 1956, pelo Papa Pio XII. Ela tem a finalidade de animação e formação missionárias dos sacerdotes, religiosos e religiosas, seminaristas e agentes de pastoral, que, por sua vez, animarão e formarão os outros cristãos para a vivência da sua vocação missionária.


OBRA DA PROPAGAÇÃO DA FÉ (1822)
Fundada por Paulina Jaricot (1799-1862), leiga, em Lyon (França).
A jovem Maria Paulina Jaricot formou em 1819 uma associação com um grupo de jovens operárias, no intuito de colaborarem com os missionários em terras de Missão, resultando na fundação da Obra da Propagação da Fé, em 03 de maio de 1822, em Lyon (França). Tudo começou com uma campanha de orações, ampliada para a colaboração material e a constituição de um fundo de ajuda à Missão, ao lado da devida formação acerca do compromisso missionário de cada cristão.
A Propagação da Fé, com o apoio dos papas, difundiu-se inicialmente nas dioceses da França, depois em outros países da Europa e também na América. Hoje se encontra presente em cerca de 130 países.
A obra mantém sua atividade durante todo o ano, intensificando-a na Campanha Missionária anual do mês de outubro, que tem como ponto alto o Dia Mundial das Missões, no penúltimo domingo do mês.

Objetivos:
Manter vivo o compromisso para com a evangelização universal em todos os setores do Povo de Deus: famílias, movimentos, associações, seminários, comunidades eclesiais de base, paróquias e dioceses, para que todos os cristãos tomem consciência de sua vocação missionária.
Suscitar e formar vocações missionárias.
Promover um intercâmbio de informações e testemunhos, a fim de estabelecer laços fraternos entre as Igrejas, despertando a solidariedade e a comunhão entre todos os cristãos.
Estimular nas Igrejas locais a cooperação espiritual, material e pessoal, com o envio de evangelizadores para o mundo inteiro.


OBRA DA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA MISSIONÁRIA (1843)
Fundada por Dom Carlos Forbin-Janson (1785-1844), bispo, em Paris (França).
As notícias vindas dos missionários do Oriente, de modo especial da China, sobre a dura realidade das crianças (mortalidade, abandono...) sensibilizou o coração de Dom Carlos Augusto Maria José de Forbin Janson, Bispo de Nancy e de Toul, Primaz de Lorena (França), despertando-lhe o desejo de aliviar os sofrimentos e salvar a vida de tantos inocentes. Teve então a idéia de convocar as próprias crianças para enfrentar o desafio – “Crianças ajudam e evangelizam crianças” - fundando a Obra da Santa Infância, hoje Infância e Adolescência Missionária, no dia 19 de maio de 1843, em Paris (França).
A obra difundiu-se imediatamente nas dioceses da França, e em outros países da Europa e da América. Em 1844, quando Dom Carlos morreu, a Infância e Adolescência Missionária já estava organizada em 65 dioceses. No Brasil, ela chegou por meio de missionários franceses, em 1858. A partir de 1993, nas comemorações dos 150 anos da fundação, a sua “chama ainda fumegante” readquiriu novo ardor, como “fruto novo do coração da Igreja”.

Objetivos:
Suscitar e promover o espírito missionário universal entre as crianças e adolescentes.
Promover a cooperação espiritual por meio da oração, sacrifício e testemunho de vida.
Despertar e fortalecer as vocações missionárias, anunciando Jesus Cristo aos que ainda não o conhecem...
Incentivar pais, educadores, catequistas... A promoverem o protagonismo das crianças e adolescentes na evangelização e solidariedade universais.
Cooperar materialmente com ofertas, fruto de renúncias, para ajudar as crianças necessitadas dos cinco Continentes.


OBRA DE SÃO PEDRO APÓSTOLO (1889)
Fundada por Joana Bigard (1859-1934), leiga, em Caen (França)
Estefânia e Joana Bigard, mãe e filha, são as fundadoras da Obra de São Pedro Apóstolo. No entanto, foi Joana a principal protagonista desta obra, iniciada a partir de 1º de junho de 1889, e aprovada oficialmente em 12 de julho de 1895, com uma bênção do Papa Leão XIII.
Quando foi reconhecida a liberdade religiosa no Japão, o Bispo de Nagasaki, Dom Cousin, reúne a comunidade cristã e organiza um pequeno seminário, com a capacidade para 50 pessoas. No dia da inauguração aparecem mais candidatos. Escreve então uma carta a Joana, pedindo-lhe ajuda para ampliar a casa de formação e manter os seminaristas. Joana vê nessa carta um chamado de Deus. Começam, mãe e filha, a pedir, de casa em casa e entre conhecidos e amigos, ajudas com esta finalidade. Desenvolve-se dessa forma a Obra de São Pedro Apóstolo e, a partir do seminário de Nagasaki, a experiência abre-se à dimensão universal, estendendo a ajuda a todos os seminários em terras de Missão, contribuindo, em grande parte, para a promoção do clero local, no mundo inteiro.

Objetivos:
Sensibilizar o povo cristão para a importância da formação do clero local nas Igrejas missionárias e convidá-lo a colaborar, por meio de ajuda espiritual e material, na formação dos seminaristas, e na construção e o desenvolvimento de seminários diocesanos menores e maiores.
Conscientizar o Povo de Deus a respeito da necessidade de que todas as comunidades eclesiais tenham lideranças bem formadas.


UNIÃO MISSIONÁRIA (1916)
Fundada pelo Bem-Aventurado Paulo Manna (1872-1952), padre, em Milão (Itália).
O Bem-Aventurado Pe. Paulo Manna (PIME), percebendo a pouca consciência missionária por parte do clero, fundou a União Missionária, a fim de despertar os padres para a Missão Além-Fronteiras, a partir da vocação missionária de cada batizado. A obra foi aprovada em 31 de outubro de 1916, pelo Papa Bento XV. Em todo este processo de maturação, foi providencial a colaboração de Dom Guido Maria Conforti, Bispo de Parma (Itália), fundador dos missionários xaverianos.
A União Missionária visava inicialmente só os padres, mas o Papa Pio XII a ampliou para religiosos e religiosas, de vida ativa e contemplativa, e também para aqueles que, de uma forma ou de outra, participam na animação e formação missionárias das comunidades cristãs. O Papa Paulo VI disse que ela é “a alma das demais obras missionárias pontifícias”.
O Pe. Paulo Manna foi beatificado pelo Papa João Paulo II, em 04 de novembro de 2001. O seu primeiro biógrafo justamente o definiu “uma alma de fogo”. O seu lema foi sempre: “Toda a Igreja, para todo o mundo!”.

Objetivo:
Promover a animação, formação e informação missionária para os sacerdotes, religiosos e religiosas, candidatos ao sacerdócio e à vida religiosa, como também para as demais pessoas empenhadas no ministério pastoral da Igreja, servindo-se de meios próprios e da colaboração de instituições e iniciativas já existentes que tenham como finalidade a formação inicial e permanente de todo o Povo de Deus.

quinta-feira, 17 de março de 2011


O Porquê Da Liturgia Da Quarta-Feira De Cinzas?

Este rito existe desde o século VII, quando era comum em Roma, que os católicos começassem sua penitência no primeiro dia da Quaresma. Eles eram salpicados de cinzas, vestidos com saial – uma roupa feita de tecido bem simples.
No início do século VIII, esse ato foi simbolizado colocando cinzas nas cabeças de toda a congregação. Hoje em dia na Igreja, na Quarta-feira de Cinzas, o cristão recebe uma cruz na fronte com as cinzas obtidas da queima das palmas usadas no Domingo de Ramos do ano anterior.
Com a imposição das cinzas, se inicia uma estação espiritual particularmente relevante para todo cristão que quer se preparar dignamente para viver o Mistério Pascal, quer dizer, a Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor Jesus.
A Quaresma é um tempo litúrgico muito especial na Igreja de Cristo. Ele nos prepara para a celebração da Páscoa, a principal festa litúrgica cristã, pois nela se celebra a ressurreição de Cristo. Deste modo se tem o prolongamento quaresmal que é o Tempo Pascal.
Historicamente o Tempo da Quaresma intervém três elementos fundamentais:
a) a preparação dos catecúmenos para o batismo na vigília pascal.
b) reconciliação dos penitentes públicos para viverem com a Comunidade
c) preparação de toda a Comunidade para a 
grande festa da Páscoa.


Quaresma

A Quaresma carrega, pois, em seu pleno sentido, a conversão tão necessária para todos nós. A certeza da vida em Cristo, Ele ressuscitado dos mortos é a grande força para todos os que nele creem. Por isso, a Quaresma é liturgicamente batismal. Deste mesmo sentido decorrem a penitência e os jejuns, ou seja, voltados para a conversão pessoal e comunitária.

A reforma conciliar – SC 109 – 110 nos faz entender que a Quaresma é:
a) um tempo de renovação, de retiro, de conversão.
b) tempo forte de fé na vida da Igreja, na vida dos cristãos e de todas as Comunidades eclesiais.
c) voltamos nossa atenção ao mistério pascal, à passagem do mundo para o Pai.
d) reunimo-nos nos grupos ou em Comunidade para meditar a Palavra e tomar iniciativas favoráveis à vida.
Esse tempo favorável da graça divina nos desperta para revisar nossa vida e nossos propósitos libertadores, como também nossa ação pastoral. Quaresma é tempo propício para mudar a vida da gente.
Padre Ferdinando Mancílio , C.Ss.R.

domingo, 13 de março de 2011

A Importância do 1º Emprego


A Primeira Grande Chance
Que roupa devo usar? O que falar? Como me portar? Fala-se tanto em mercado de trabalho, carreira e emprego não é mesmo? Mas você já parou para pensar realmente no significado de tudo isso? Estar inserido no mercado, fazendo o que você sabe melhor, cumprindo horários, obrigações, sendo responsável em suas tarefas, aprendendo a lidar com pessoas, com o dinheiro, com o novo, com o incerto, com a mudança, com o amadurecimento, a experiência, o autoconhecimento.

Poderíamos aqui, listar mil coisas que embarcam junto com primeiro emprego. Para uma primeira impressão, pode até assustar. Mas a hora chegará para todos, é natural do ser humano querer seguir seu próprio caminho, querer deixar suas migalhas e pegadas por onde passa. Criar asas, voar ao longe, não ver limites para os sonhos. E isso pode ser visto claramente com a aterrissagem do esperado, (ou nem tanto) primeiro emprego!

Respeitável Público! É assim mesmo, são anos de preparação, para então estrear, subir no picadeiro com o nervosismo a flor da pele e fazer um belo espetáculo. O crescimento e amadurecimento que se adquirem a ingressar em um emprego são estrondosos. Além de conviver com pessoas diferentes, conhecer outros pontos de vista, ter que administrar o dinheiro ganho, existem também as dificuldades, e vamos combinar que são elas as responsáveis pela maior porcentagem no nosso crescimento, seja ele pessoal, social, enfim, em todos os âmbitos.

O primeiro emprego, diante da nossa carreira, tem a mesma importância que a primeira professora, diante da nossa vida escolar. Em ambos os casos, a experiência fica marcada para sempre na memória. Por isso, o ideal é que seja algo bastante positivo, que possa proporcionar uma entrada com o pé direito no mercado de trabalho.

O primeiro emprego é muito importante porque se torna a base dos contatos da vida profissional que começa. Isso tem toda a lógica visto que se alguém começar por trabalhar numa determinada área, os seus contatos, até mesmo para uma mudança de emprego no futuro, vão se basear nessa experiência e, por consequência, mais facilmente se consegue um outro cargo dentro da mesma área. É como o networking, lembram?. Esse período, quando bem conduzido faz com que o jovem tenha chance de aprender, na prática, o que antes só via em livros. É a hora de aperfeiçoar habilidades e dons.

Já tem alguns anos, onde o maior paradigma para muitos ingressantes no mercado é a experiência. Como conquistar a tão desejada experiência se não se tem a primeira chance? Cremos que esses questionamentos devem fazer parte dos pensamentos de muitos adolescentes “barra” jovens atualmente. Porém, felizmente o cenário vem se modificando.

Muitas empresas buscam mesclar os cabelos brancos com a vontade dos jovens, certamente combinação que dá certo! Hoje, é de praxe das empresas contratarem iniciantes, mais conhecidos como “Menores Aprendizes”. Eles podem ter de 15 a 23 anos e devem estar inscritos e devidamente cursando um programa de aprendizagem, compatível com a função que exercerão dentro da empresa.

Atualmente todas as empresas devem acolher jovens, por menor que seja seu quadro de funcionários. Se a empresa obtiver até 4 empregados, é obrigação dela contratar ao menos um jovem. Se possuir de 5 a 10 empregados, o quadro de jovens contratados deve subirá para 2. Uma corporação com mais de 10 funcionários deve ter como trabalhadores iniciantes até 20% do seu quadro pessoal. Não faltam chances!

Voltamos ao mesmo ponto então, a importância do primeiro emprego. Ao ingressar nesse trabalho, além do desenvolvimento pessoal e do conhecimento das instituições, estarão mais visíveis ao jovem seus gostos e habilidades. Dessa maneira ele poderá optar no futuro, a seguir nessa carreira ou não. Grande ajuda hein?

Ser financeiramente independente? É, só o trabalho traz isso e é através de um enorme empenho. (Nossos pais que o digam!). Poder comprar o que lhe agrada, porém com responsabilidade e limite, é o sonho de qualquer adolescente. Ver na loja o CD do seu artista predileto e comprá-lo, sabendo que foi com o seu esforço e competência é o mais recompensador. Mas sem exageros galera! Saber administrar esse dinheiro só prova o quão responsáveis e maduros somos.

Na verdade, a experiência começa desde a procura do primeiro emprego. O fundamental é não desanimar em nenhum momento. A primeira tentativa serve sempre para aprender e para então, fazer melhor na segunda vez. O primeiro emprego a grande oportunidade para demonstrar as suas melhores qualidades, adquirir experiência e preparar-se para trabalhos mais exigentes. As portas da “vida adulta” se abrem.

“Para alguns surfistas, achar a grande onda pode significar o maior momento das suas vidas. Para alguns profissionais, o futuro e sucesso de suas carreiras. E, para conquistá-la, o trabalho caracteriza-se como o melhor meio” (Maria C. Ramos, do CIEE).

Chegada à Hora

Pausa nas aulas, momento de aguardar novos desafios: as férias de julho também são a oportunidade certa para a galera dar os primeiros passos no mercado de trabalho. Mas sem estresse, o importante é ter foco nos seus planos. Aulas encerradas, hora de relaxar e curtir as férias. Quer dizer, dar um tempo nos livros e ralar um pouco de um jeito diferente. Sim, nem todo mundo vai para o cinema ou ficar horas a fio colado na internet: afinal de contas, é hora de encarar o estágio. A “responsa” é grande, mas nem por isso chata ou desmotivadora.

A Equipe Conhecitando quer dar uma ajuda a você que está se preparando para a busca do seu primeiro emprego/estágio, essa etapa tão importante. Assim, desenvolvemos algumas dicas básicas, porém muito úteis. Veja!

-Vista-se de forma adequada, lembre-se de que você não vai a uma festa, ou a praia.
- Chegue pelo menos 10 minutos antes do horário estabelecido. Isso mostra seu comprometimento e responsabilidade.
- Cumprimente e trate as pessoas de forma gentil, independe de cargo ocupado na empresa. Use a abuse das palavrinhas mágicas!
- Questione a quem deve se dirigir em caso de necessidade.
- Faça um pequeno esforço para memorizar o nome das pessoas com que vai trabalhar diretamente. Ser lembrada e chamada educadamente pelo nome eleva a auto–estima de qualquer um.
-Escute com atenção todas as orientações e anote-as se necessário.
-Não tenha pressa em mostrar o que sabe, as oportunidades caminham junto ao tempo.
-Não tenha medo de apresentar sugestões que possam vir a melhorar o trabalho.
-Aprenda com os seus colegas.

O Jogo do Primeiro Emprego

Começa com a identificação de oportunidades. Para isso, meios possíveis são o “networking” (explanado no post passado), buscas na internet  em anúncios de jornais, entre outros.

- Definido o alvo, é hora de pensar em currículo. Segundo especialistas, é bom revelar atividades desempenhadas. Viagens , estágios internacionais e trabalhos voluntários estão em alta.

- Supondo que o currículo tenha sido aprovado, chega a hora dos primeiros testes escritos e da dinâmica de grupo. Nos testes, preparo e paciência são palavras-chave. Para a preparação leia jornais e revistas e mantenha-se bem atualizado.

- Na dinâmica de grupo, não finja ser mais “líder”, mais “cooperativo” ou “flexível” do que realmente é. Recrutadores das áreas de recursos humanos não são facilmente enganados.

- Na etapa final, a entrevista, mantenha a calma. Sinceridade e clareza são essenciais. Esquecer a “decoreba” é o conselho.

- Para largar na frente, dê respostas objetivas. Lembre-se de que você não está na sua casa e mantenha a boa postura (elegância e educação).

- Outra sugestão preciosa é conhecer o chão em que está pisando. Estudar as atividades da empresa e o segmento em que ela atua podem facilitar o jogo.

Com essas dicas está fácil marcar o gol não é? Temos certeza que sim!

Os Jovens e Seu Ganha-Pão

Mais de metade dos jovens brasileiros estão desempregados, mas ainda assim mostram otimismo. No Brasil, apenas 36% dos jovens entre 15 e 24 anos têm emprego, outros 22% já trabalharam, mas estão desempregados atualmente; na média, os jovens demoram 15 meses para conseguir o primeiro emprego ou uma nova ocupação, nas regiões metropolitanas. No total, 66% deles precisam trabalhar porque todo o seu ganho, ou parte dele, complementa a renda familiar.

Para os jovens que têm alguma ocupação ou profissão, a realidade é menos dura: embora somente 41% tenham sido absorvidos pelo mercado formal de trabalho, 82% do universo estão de alguma forma trabalhando e conseguindo remuneração mensal fixa ou variável. Segundo a pesquisa, para 79% dos 1.806 jovens entrevistados, apenas ter um emprego já é motivo de satisfação. Vejamos a distribuição dos entrevistados de acordo com o vínculo empregatício:

37% não têm carteira assinada
15% têm carteira assinada
15% trabalham por conta própria em ocupação temporária
5% estão em outras situações
3% trabalham por conta própria em ocupação regular
2% são universitários e trabalham como autônomos
2% são funcionários públicos
2% trabalham para a própria família, sem remuneração fixa
1% é de estagiários.

Grande? Pequeno? Não, Menor Aprendiz!

O programa Menor Aprendiz, criado pelo governo federal vem abrindo muitas portas para milhares de jovens brasileiros. Oferece a oportunidade de qualificação além da chance de se tornar um profissional de sucesso no mercado de trabalho.
Mais do que auxiliar jovens e adolescentes, esse programa beneficia também as empresas conveniadas que, além de terem seus impostos reduzidos, também lucram com a descoberta de novos talentos, o que decorre muitas vezes do empenho e capacidade dos alunos contratados para menor aprendiz.
Para participar e se tornar um mais novo menor aprendiz, é necessário ter entre 15 e 24 anos de idade e estar devidamente matriculado e cursando algum curso de aprendizagem relacionado à área em que se vai atuar na empresa.

sábado, 12 de março de 2011

Bloco Loucos por Jesus

 
Mais uma vez a galera do bloco Loucos por Jesus fez bonito nesse carnaval. 
Jovens conscientes que caminham com a igreja a favor da evangelização e a ampliação da palavra do Senhor às demais pessoas.Parabéns aos organizadores desse ano em especial para a Tia Adriana,Tio Robson, Douglas,Dayanne que muito se empenharam.É disso que nossa comunidade precisa, de pessoas solícitas com prontidão a ajudar e a evangelizar nossos jovens e crianças que serão os responsáveis por um futuro melhor!!

A importância da Família na Evangelização


Evangelizar nos dias atuais, quando o mundo clama pelo pecado, não é uma tarefa fácil. O trabalho é árduo e demanda muita fé e perseverança. A família possui um papel fundamental na missão de levar a Palavra de Deus aos homens.
O Papa Bento XVI diz que a família é o objetivo principal da nova evangelização. “A Igreja promove que a família seja o âmbito onde a pessoa nasce, cresce e se educa para a vida, e onde os pais, amando com ternura seus filhos, vão os preparando para saudáveis relações interpessoais que encarnem os valores morais e humanos em meio a uma sociedade tão marcada pelo hedonismo e a indiferença religiosa”, afirma o Pontífice na Conferência Episcopal da República Dominicana, em julho do ano passado.
Precisamos nos manter alertas na educação religiosa de nossos filhos eles são o futuro da nossa Igreja e da nossa Fé católica. É na família que começa a formação dos homens e mulheres novos para o mundo novo que há de vir! Precisamos estar sempre vigilantes e amar muito nossos filhos como afirma o nosso Papa. Levemos as crianças, os jovens para a Igreja, mas, com amor. Com nosso exemplo conseguiremos levar Jesus ao coração dos nossos filhos. Bom demais é ser de Deus. Melhor ainda é ter uma família de Deus!

Deus abençoe Nossas Famílias!

sexta-feira, 11 de março de 2011

Mensagem do PAPA Bento XVI aos Jovens

Amados jovens, a Igreja conta convosco! Precisa da vossa fé viva, da vossa caridade e do dinamismo da vossa esperança. A vossa presença renova a Igreja, rejuvenesce-a e confere-lhe renovado impulso. Por isso as Jornadas Mundiais da Juventude são uma graça não só para vós, mas para todo o Povo de Deus. A Igreja na Espanha está a preparar-se activamente para vos receber e para viver juntos a experiência jubilosa da fé. Agradeço às dioceses, às paróquias, aos santuários, às comunidades religiosas, às associações e aos movimentos eclesiais, que trabalham com generosidade na preparação deste acontecimento. O Senhor não deixará de os abençoar. A Virgem Maria acompanhe este caminho de preparação. Ela, ao anúncio do Anjo, acolheu com fé a Palavra de Deus; com fé consentiu a obra que Deus estava a realizar nela. Pronunciando o seu «fiat», o seu «sim», recebeu o dom de uma caridade imensa, que a levou a doar-se totalmente a Deus. Interceda por cada um e cada uma de vós, para que na próxima Jornada Mundial possais crescer na fé e no amor. Garanto-vos a minha recordação paterna na oração e abençoo-vos de coração.

Vaticano, BENEDICTUS PP. XVI

O que é ser um Jovem Missionário

Conta a Sagrada Escritura que Isaías ouviu a voz de Deus, que dizia: “Quem enviarei eu? E quem irá por nós”? O profeta reagiu prontamente: “Eis-me aqui, envia-me a mim”. E o Senhor disse a Isaías: “Vai e fala a este povo” (Is 6, 8-9).
Isto aconteceu por volta do ano 740 antes de Cristo, quando Isaías tinha 25 anos. Durante 40 anos o jovem, por Deus encantado, exerceu a missão profética em favor de seu povo.

Agora, 2.743 anos depois, a Igreja de Deus proclama a necessidade de uma vigorosa ação missionária em nossas comunidades. Existe uma preocupação especial com a juventude, atingida pelo fenômeno da globalização com seus valores e contra-valores.

Muitas lideranças adultas se dizem cansadas, envelhecidas, desanimadas. A Pastoral de Juventude se apresenta com seu projeto de “Missão Jovem”. Como quem diz: “As missionárias e os missionários de hoje somos nós. Sobre nossas frontes correu a água do Batismo. Fomos consagrados a Deus e portanto somos a juventude do Senhor. Em decorrência de nossa missão batismal, cabe-nos o envio às comunidades em nome do Senhor da Igreja.

Nossas comunidades necessitam de uma nova evangelização, com novo ardor e novos métodos, como quer o sucessor do Apóstolo Pedro. Nosso protagonismo juvenil nos desafia a sermos as apóstolas e os apóstolos, isto é, “os enviados” de nosso tempo, como o jovem Isaías nos tempos de antanho.

Justamente nesta semana acontece em São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul, o Congresso Missionário em preparação à Missão Jovem. Saúdo em nome da Igreja, os jovens do Congresso Missionário. Auguro a presença, o ardor, a luz, o fogo, o vento, a inspiração e o vigor do Espírito Santo.

Vocês são o presente e o futuro da Igreja e da sociedade. Resistam à indiferença, ao conformismo, à passividade, à mediocridade e à covardia.

Cristo ama vocês, jovens, e caminha com vocês. Cristo desafia vocês a trabalhar com ele, a seguir seu estilo de vida, a espelhar no rosto juvenil o rosto de Cristo, a transformar nossa história em reino de esperança, de amor, de justiça e de paz. É a vocês que a Igreja de Deus fala: “Vai, juventude, e fala a este povo”.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Oração do Jovem Vocacionado



Jesus, há algum tempo estou pensado em ser padre. Eu sei que ser padre significa ser um homem que vive para ajudar os outros, para confortar os que sofrem, para levar a alegria onde há tristeza, para guiar as pessoas na prática do bem. Eu sei que não é sempre que um padre é compreendido. Como em qualquer outra vocação, um padre precisa fazer muito esforço para ser um homem de Deus, da Igreja e a serviço do mundo. Eu desejo, Senhor, ser um homem dedicado ao bem dos outros:no momento estou pensando que é como padre que eu poderei realizar melhor meu ideal de servir. Se for da vossa vontade, dai-me a graça de crescer, cada dia mais, nas virtudes necessárias para realizar meu desejo. Se for outra vocação que quereis dar, ainda sim fazei que eu tenha sempre grande respeito pelos vossos ministros e que eu me lembre de rezar por eles, pois eles também precisam de minhas orações. Inspirai, Senhor, outros jovens como eu, a vos seguir. Amém.